quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

ENTRE A TERRA E O AR

(Manuela Barradas)

“É de muito gosto
sentir pés no chão,
ter terra entrededos,
girar como pião.
Tal qual saci, por ai saciando,
num pé só equilibrando,
a desafiar meus medos.

Bem mais esmero
sem pés no chão,
saltitar no céu,
no vão, em vão.
Distante do solo, só lamento,
é que em cima sou sentimento,
basta um passo em falso,
ofusca o meu realço,
perco meu alento.

Bom mesmo é estar
entre a terra e o ar,
sem véu, ao léu,
se abrigar no mar,
lavar a alma
em refúgio de calma
que é pra flutuar... flutuar.

Porque água vira gelo e vira ar!”

8 comentários:

*Renata Oliveira disse...

Amei demais esse aqui tuba.
"em refúgio de calma"..que passagem linda :)
Beijo grande em tu! Já virei fã desse mar de palavras que nasce em tu.

Manuela Barradas disse...

Ooooooooooooooooooooooooooooooooooww Tuba!!!! Pois to afogada nesse mar de SAUDADE de tuuu!!! Amo, amo =**

Fernanda Barradas disse...

Essa é a tua tattoo, uia!! ;* Te amo, nojentinha da minha vida!

Manuela Barradas disse...

ééé =]

Fernanda Barradas disse...

Caramba, como são deliciosas tuas palavras... TE AMO!

Anne disse...

Oi Manu!!!
Amei seu blog e as poesias....
Que lindas :)))
Parabens, nossas palavras refletem aquilo que temos no coracao!
Adorei te conhecer!
beijos mil,
Anne

Manuela Barradas disse...

brigada Anne.. eu que adorei!!! Tão bom saber que pessoas especias como você entram em nossas vidas assim, o tempo que a gente quiser... basta querer!!! um beijãooo!

andrea patriota disse...

uhuuu, amei!! respiradora, poetisa, danada! =))

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